quarta-feira, 31 de maio de 2017

Retorno ao Colégio Estadual Padre Francisco Belinovski



Para encerrar o mês de maio, retornamos com muita satisfação ao  Colégio Estadual Padre Francisco Belinovski.  Situado no Jardim Guarany em Campo Largo, compartilha espaço com a Escola Municipal Integração Comunitária. O Colégio atende cerca de 200 alunos e empreende um grande e dedicado trabalho na comunidade local, intensamente desenvolvido pela diretoria, professores e funcionários.

Os Encontros de Leitura de Imagens UMA VIAGEM DA GRAVURA AO GRAFFITI ocorreram nos três turnos (da manhã, da tarde e noturno). Desta forma, a equipe do projeto pode atender a solicitação da equipe pedagógica e da diretoria de contemplar as turmas que não puderam participar na nossa primeira visita, principalmente as da noite.

Foram mais 85 educandos - além da presença das educadoras, das pedagogas e da Diretora Odete - que animadamente incrementaram o debate na diferenciação entre graffiti e o crime de pichação, e ainda compartilharam suas correlações sobre os temas que trazemos na nossa atividade, e que estão presentes em seus cotidianos dentro e fora do ambiente escolar.

Mais uma vez, registramos nosso agradecimento à toda equipe e aos alunos do Colégio Belinovski, por todo o apoio, reconhecimento e total aderências às nossas propostas.
Retornaremos em breve para mais atividades com as outras turmas!

 O Artista Educador Felipe Pacheco com as turmas do Colégio Belinovski. 
(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)


terça-feira, 30 de maio de 2017

No Centro da Juventude Bom Jesus

Hoje, no Centro da Juventude Bom Jesus (CJBJ), realizamos mais dois encontros indicados e viabilizados pela Coordenação do Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte de Campo Largo, que presta todo o apoio necessário à execução do projeto UMA VIAGEM DA GRAVURA AO GRAFFITI pela cidade.

Centro da Juventude é um espaço cultural, de desenvolvimento pessoal, social e poliesportivo, atende desde outubro de 2012 os jovens da região. 

Oportunamente, em duas apresentações expandidas, estivemos no primeiro momento com cerca de 35 participantes dos grupos e oficinas do Centro da Juventude - com destaque para a expressiva presença do Grupo de Teatro - que partilhou suas opiniões e argumentações no debate sobre as temáticas e problemáticas emergidas, conectando-as às suas vivências. No segundo momento, contamos também com a cooperação de mais 40 adolescentes da Guarda Mirim e alguns componentes da Guarda Municipal campolarguense.

Ficamos muito gratos à toda equipe do Centro da Juventude bom Jesus - em especial à psicóloga Cibele Stringuetta, Fabiano Lapola e Luiz - que prontamente organizaram e possibilitaram o resultado positivo da nossa atividade. Uma Viagem da Gravura ao Graffiti retornará ao CJBJ para novos encontros no segundo semestre com muita motivação!

Participantes das oficinas do CJBJ 
Foto: Bruna Mesquita  (Acervo UVGG, 2017)

 Componentes da Guarda Mirim e da Guarda Municipal de Campo Largo
 Foto: Luiz da equipe do CJBJ, 2017 (gentilmente cedida ao Acervo UVGG)

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Início das Oficinas de Leitura de Imagens para Educadores em Campo Largo


Avançamos para o segundo desdobramento do nosso projeto em território campolarguense. E nesta quarta-feira, por meio do apoio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte,  demos início às primeiras turmas da Oficina de Leitura de Imagens, atividade direcionada para Educadores da Rede Pública de Ensino.

Com a participação especial da nova Coordenadora Municipal do Departamento de Artes - Andréia Madej - 31 educadoras (divididas em duas turmas, 1 de manhã e 1 de tarde) compartilharam conosco seus saberes e vivências, e também conheceram a primeira parte do processo que compõe nossa Viagem da Gravura ao Graffiti.

A Oficina  é ministrada por Felipe Pacheco - que tem um trabalho autoral nas Artes Visuais junto a diversos editais públicos de incentivo educacional, artístico e cultural - e ao mesmo tempo, soma a função de artista educador à produção executiva e documental dos projetos. Especializado no gênero oficinas de formação de público e experimentação das técnicas para a faixa etária infanto-juvenil, também possui a experiência de atuar na criação de imagens para publicações educacionais.

Dia 14/06/2017, teremos o segundo e conclusivo encontro com estas turmas. Nele abordaremos também a parte prática da Oficina! 




O Artista Educador Felipe Pacheco e
 as primeiras turmas da Oficina de Leitura de Imagens

(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)

terça-feira, 23 de maio de 2017

Colégio Profª Albina Muginoski

Prosseguimos por Campo Largo com Uma Viagem da Gravura ao Graffiti. Nesta terça, as atividades aconteceram no Anfiteatro do Colégio Estadual Professora Albina Novak Muginoski. Localizado no bairro Águas Claras, a instituição funciona nas dependências do histórico Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (CAIC), e atende aproximadamente 800 alunos.

Tivemos a animada participação de 135 educandos e educadoras, que certamente serão multiplicadores das informações acessadas durante os encontros. Alguns adolescentes se sobressaíram por trazer ao debate diversos questionamentos, depoimentos e colaborações.  
Agradecemos à Diretora Simone (que revelou já ter promovido ações envolvendo o Graffiti e o combate a pichação no Colégio e pelo bairro), à Professora Márcia Lirman (que nos apoiou na ocasião da implantação do projeto no município)  e à toda equipe pelo acolhimento, atenção, reconhecimento e aderência às nossas propostas. Votos de sucesso com o desenvolvimento do trabalho junto à comunidade escolar.


Registros dos encontros no Colégio Albina Muginoski 
(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Debates no Colégio Estadual São Pedro e São Paulo


Os encontros Uma Viagem da Gravura ao Graffiti seguem por Campo Largo. E esta foi a vez de visitar o Colégio Estadual São Pedro e São Paulo, que fica no Bairro Vila Ferrari. 
Os 135 educandos participantes - entre 5 turmas da manhã e da tarde - deram um show durante as Leituras de Imagens e debates! 
Agradecemos ao Diretor Ramiro, à equipe e aos entusiasmados participantes do Colégio SPSP pela total aderência às nossas propostas!
Esperamos vê-los em breve no Fórum de Cultura que será promovido pela Coordenação do Departamento de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte!



O Artista Educador Felipe Pacheco com as turmas do Colégio SPSP  
(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Atividade na Escola Estadual Ribas Vidal


A Escola Estadual José Ribas Vidal está localizada na comunidade conhecida como Cercadinho, próximo à Rodovia BR 277 Curitiba - Ponta Grossa, cerca de 15 km de distância de Curitiba e aproximadamente 7 km do Centro de Campo Largo. A escola divide o espaço com a Escola municipal Vereador José Andreassa, ocupando 03 salas de aula, 01 secretaria e 1 laboratório de informática.
As atividades se concentraram em duas salas de aulas, com 4 turmas da manhã e da tarde (três da 7ª série, e uma do 8º ano), alcançando 95 educandos. Destacamos a participação de estudantes que já desenhavam, demonstrando interesse pelas temáticas que foram debatidas, e solicitaram participar de mais atividades de Uma Viagem da Gravura ao Graffiti pelo município
Em breve divulgaremos sobre a nossa participação no Fórum de Cultura promovido pela Coordenação de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte que poderá acontecer nos próximos meses!   


Turmas da Escola E. Ribas Vidal

(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Encontros no Colégio Estadual Belinovski!

Iniciamos o mês de maio com Encontros de Leitura de Imagens no Colégio Estadual Padre Francisco Belinovski, situado no Jardim Guarani, na Regional BR 277 de Campo Largo, bairro que faz conurbação com Curitiba.

A atividade aconteceu na sala de informática e multimeios do Colégio. Contamos com a calorosa participação das turmas da manhã e da tarde, e de educadoras que muito contribuíram para os debates!

Deixamos o nosso agradecimento à Diretora Odete pela acolhida, à equipe e aos 120 educandos que estiveram conosco em mais UMA VIAGEM DA GRAVURA AO GRAFFITI!

                                    
    




Turmas do Colégio Belinovski durante a atividade com o Artista Educador Felipe Pacheco 

(Fotos: Bruna Mesquita - Acervo UVGG, 2017)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A Invenção da Gravura


A gravura é uma técnica artística, cujo processo de incisão (riscar, gravar) sobre um material forma a matriz de um desenho, e da qual é possível imprimir várias cópias. Se trata de um dos mais antigos métodos de impressão artesanal.



A técnica mais antiga de gravura é a xilogravura. Quanto a sua origem, diversos autores consideram que o método de impressão pode ter se originado na China como um sistema para impressão de seus tecidos.


Dragão chinês impresso em tecido


A xilogravura em papel mais antiga conhecida é um exemplar de uma oração budista "Sutra Diamante", editada por Wang Cheh, na China, por volta do ano de 868.


Sutra Diamante


A palavra xilogravura etimologicamente pode ser definida pela junção de duas palavras gregas “xilo” que pode ser traduzido como madeira e “grafó” que significa gravar ou escrever, ou seja, gravar ou escrever sobre uma madeira. 


Xilogravura de Katsushika Hokusai


A técnica alcançou o resto da Ásia e a Europa através dos Impérios Bizantino e Islâmico. O papel chegou à Europa um pouco depois, também vindo da China através da Espanha Islâmica e já era fabricado na Itália. 


Obra de Michael Wolgemut


No século XV, com a popularização do papel, a qualidade decaiu. A maioria das obras até então eram religiosas, geralmente vendidas por mosteiros ou instituições religiosas. Nenhum artista em particular era identificado até o final do mesmo século. A xilogravura tornou-se popular no século XV e estava disponível nas cidades em grandes quantidades, pois a técnica de elaboração era fácil. O exemplo mais antigo de xilogravura na Itália é a Madonna do Fogo (Madonna del Fuoco), que está hoje na catedral de Forli. 


Madonna del Fuoco


Nessa época, os centros mais importantes de produção eram a Itália, a Alemanha, a França e a Holanda - a Inglaterra não produziu nenhuma obra até 1480. No fim do século XV, a xilogravura começou a ser usada em ilustrações para livros (iluminuras) e para cartas de baralhos. Também surgiram outras formas de gravura como: em metal, na pedra, na cerâmica, dentre outros materiais.


Gravura em metal de Dürer: A Morte, o Cavaleiro e o Diabo.


Dentro da tradição ocidental, muitos artistas da Gravura europeus passam a considerados verdadeiros mestres nos séculos XV a XVIII (até 1830). Entre as principais técnicas utilizadas nesse período estavam a xilogravura, a gravura em metal e água-forte. Passaram a ser raras as gravuras feitas em papel. Os artistas gravadores mais famosos foram: Albrecht Dürer, Rembrandt e Francisco Goya. A fama internacional deles, na época em que viveram, veio principalmente de suas gravuras, que eram mais populares que suas pinturas. Hoje em dia acontece o oposto: museus e galerias popularizaram suas pinturas enquanto que as gravuras, por razões de conservação, são raramente exibidas.


A Gravura no Brasil

A história da gravura em território nacional começou com a xilogravura trazida pelos portugueses. Desde então, dos folhetos de cordéis, passando pelos rótulos de diversos produtos industrializados, às galerias de arte, a gravura brasileira teve como tema central o homem, o seu tempo, a sua luta, a sua vida. Seus principais representantes são: Goeldi, Poty Lazzarotto, J. Borges, Gilvan Samico, entre outros. Em suas obras há bastante ligação com a política e com a literatura. Em um país sem tradição visual, a gravura foi e é de extrema importância.


Obra de Goeldi - Abandono


Obra de Poty Lazzarotto - Monumento aos tropeiros

Obra de J. Borges 


Obra de Gilvan Samico 

Fontes: